Mosteiro de Singeverga
Monges Beneditinos

Homilia do III Domingo da Quaresma

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A figueira ressequida

A Páscoa está para os cristãos assim como o êxodo está para os Judeus, porque tal como a Páscoa foi determinante para os discípulos de Cristo, esse momento originário sem o qual não haveria Cristianismo, também o êxodo do Egipto foi determinante para que o povo de Deus, os israelitas, tomasse consciência da grandeza de Deus que o chamava à liberdade.

Homília completa

Homilia do II Domingo da Quaresma

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Transfiguração do Senhor

O sonho de todos os nómadas do deserto é o de possuir uma terra. Nessa terra a água não terá necessariamente de ser extraída dos poços, mas cairá dos céus; uma terra onde as chuvas regulares e abundantes permitam cultivar campos de grão, vinhas e árvores de fruto; uma terra para se estabelecer, juntamente com a própria família, e viver em paz.

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Homilia do I Domingo da Quaresma

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As tentações de Jesus

Da análise dos textos bíblicos emerge um dado curioso: os ímpios nunca são tentados por Deus; a tentação é um privilégio reservado aos justos. A tentação oferece a oportunidade de dar um salto em frente, de melhorar, de se purificar, de consolidar as escolhas da fé. Comporta também o risco do erro porque o fascínio do mal obscurece o bem (sb 2, 1). Todavia, a tentação não é uma provocação ao mal, mas um estímulo ao crescimento, uma passagem obrigatória para atingir a maturidade.

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